iMasters - Fábio Grinberg iMasters - Comunidade de profissionais, estudantes e mestres em tecnlogias e ferramentas voltadas para o desenvolvimento web http://imasters.com.br/ Wed, 23 May 2012 04:02:45 -0300 iMasters tGenerator RSS 0.0 <![CDATA[ O mercado do futuro, hoje]]> http://imasters.com.br/artigo/20860/midia-e-marketing-digital/o-mercado-do-futuro-hoje Há muito tempo, muito mesmo, ouvimos falar sobre um mercado do futuro para a tecnologia, no qual a massificação da mídia digital estaria ao alcance de todos. O que não imaginávamos era que esse futuro chegasse tão rápido ao Brasil.

Vimos, durante os últimos anos, o setor de tecnologia dar um salto fundamental se quisermos acompanhar, mesmo que ainda engatinhando, os processos de desenvolvimento constante pelos quais passam os EUA ou o Japão, por exemplo.

O ponto fundamental para esse crescimento tecnológico começa a surgir no interior do Estado de São Paulo. Duas cidades com economia pujante, Sorocaba e Jundiaí, estão perto de passar por um processo tecnológico profundo, que mudará mercado brasileiro. Cada uma, da sua forma.

Jundiaí, mesmo tendo Sorocaba como concorrente de uma forma paralela, está próxima de receber o investimento de R$ 200 milhões para iniciar a produção do iPad, da Apple. A empresa pretende atingir um faturamento de R$ 2,4 bilhões em apenas um ano.

Com a chegada da Apple no país, através da FoxConn, teremos um novo cenário econômico no que se refere à tecnologia. A produção de tablets aumentará significativamente, o que aumentará a oferta no mercado e derrubará o preço do aparelho mais desejado por todo o mundo.

A expectativa é de que um modelo ainda mais barato também seja produzido e que Apple forneça, em parceria com o Governo Federal, computadores para as escolas públicas brasileiras.

A partir desse ponto, o país se tornará totalmente conectado, dobrando o número de usuários da mídia digital, alavancando não somente a venda de tablets, mas causando um efeito dominó para todo o mercado online.

Oras, mais pessoas conectadas, maior possibilidade de você vender seu produto ou serviço pela internet. Maior ainda, as chances de sua empresa faturar utilizando-se do mundo virtual.

E é nisso que a Apple aposta. Aliás, a gigante tecnológica finalmente viu no Brasil o mercado que tanto queria. Alguns brasileiros chegaram a ficar revoltados vendo o mercado nacional ficar de fora dos últimos lançamentos dos iPads. A segunda versão do aparelho, por exemplo, só chega ao mercado brasileiro através da importação. Lembro-me bem de que ficamos de fora do lançamento oficial do produto, em uma lista que englobava 23 países.

O que importa é que a Apple viu, na economia brasileira, a forma da empresa vender mais e apostar mais tecnologicamente no seu mercado, principalmente pelo fato de produzir o iPad em Jundiaí.

Esse fator é determinante para que o Brasil comece a despertar para o mercado online, fazendo com que nos próximos dois anos, o lucro digital finalmente estabeleça uma “justiça de mercado” e abocanhe uma fatia muito maior na briga de propagandas fora da internet. Hoje, apesar da massificação da rede mundial de comunicação, essa participação é muito aquém do desejado.

Por isso, é preciso que sua empresa esteja preparada para essa reformulação. Se hoje ainda há muitas campanhas de marketing digital que podem ser consideradas amadoras, em um futuro ainda mais próximo, elas se multiplicarão, pelo fácil acesso à internet. Os sites que hoje tornam-se profissionais e possuem projetos definidos conseguirão escapar do mar de opções de serviços que estão prestes a dominar o mundo virtual.

É preciso que sua empresa esteja preparada tanto para lutar contra os grandes tubarões, liderados por redes de varejo, como também para evitar com que peixinhos possam acabar com sua fatia de mercado através da múltipla divisão. É preciso correr agora, para dar passos largos e firmes quando a essa guerra de marketing digital tiver início. Pense nisso!

 

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Fábio Grinberg () Ter, 24 maio 2011 09:00:00 -0300 http://imasters.com.br/artigo/20860/midia-e-marketing-digital/o-mercado-do-futuro-hoje
<![CDATA[ Fuja das fraudes nas campanhas de links patrocinados]]> http://imasters.com.br/artigo/20254/metricas/fuja-das-fraudes-nas-campanhas-de-links-patrocinados É fato mais que consumado que uma campanha bem feita de links patrocinados pode gerar uma renda líquida mensal maior do que sua empresa tem hoje e que a mesma ação deixa o nome do seu negócio sempre em evidência.

Mas é necessário ter alguns cuidados para fugir de concorrentes desonestos, que podem tentar fazer com que seu dinheiro escorra por ralo abaixo, clicando impunemente nos links de sua empresa.

São situações quando seu anúncio é exposto na internet e clicado pelo concorrente da área onde presta serviço, com o objetivo de fazer com que você gaste todo seu orçamento sem ter, no entanto, qualquer retorno de mídia.

Ou, ainda pior, quando seu anúncio é exposto na rede de parceiros e o próprio parceiro clica nos anúncios que são apresentados no seu site com o objetivo de receber parte da receita proveniente da sua campanha.

No primeiro caso, o seu concorrente tem uma faca de dois gumes, assim como também fica à disposição de suas atuações no mercado. Sabendo que é uma lista definida e limitada, muitas das empresas que tentam burlar regras acabam sendo descobertas e banidas do sistema. Ou seja, ao utilizar-se de meios ilícitos, ela será punida.

Já pela campanha atrapalhada pela rede de parceiros, o problema passa a ser mais sério. Qualquer internauta que possua um blog ou um site em empresas oficiais de mídia pode criar softwares que entram na página da sua empresa e clicam sobre os links, fazendo com que pequena parte da receita gerada vá para essa rede de parceiros.

Os dois problemas, porém, podem ser facilmente identificados e resolvidos por um consultor de links patrocinados, que cuidará para que sua campanha não seja prejudicada por interesses alheios e para que sejam punidas as empresas que tomam atitudes irregulares.

O mais importante é dar um rumo definido, um foco à sua campanha de marketing digital, procurando, por exemplo, cadastrar frases com pelo menos duas palavras-chave, tornando o site praticamente blindado aos vários tipos de fraude. Tome cuidado, porém, com palavras-chave que sejam óbvias demais, facilitando a quebra desse sistema.

É necessário, também, ter um sistema “antifraude”. Um dos mais conhecidos é o ClickAuditor. O melhor, nesse caso, é contar sempre com a ajuda de um profissional especializado, para que você não caia nas mãos de prestadores de serviço que utilizem sua preocupação em defender sua empresa como um meio de simplesmente te tirar dinheiro.

Outra precaução que pode ser tomada é a análise do log de visitas do site da sua empresa. Essa seção lista por endereços de IP os principais visitantes da página na internet. Em seguida, é necessário que você disponibilize os endereços de IP com mais de 50 visitas por mês para o Adwords para que eles verifiquem se os cliques não correm o risco de serem fraudulentos. O sistema mais conhecido é o Webtrends. Verifique se sua empresa de hospedagem disponibiliza esse sistema para você.

O importante é manter sua empresa competitiva no mercado e, em hipótese alguma, clicar nos anúncios de seus concorrentes. Pode manchar não só toda sua campanha desenvolvida de forma séria, como também evidenciar o nome da sua empresa em uma lista de concorrentes desleais. Apesar de alguns toques “simples” descritos na coluna, o ideal é deixar toda sua campanha de links patrocinados à disposição de um consultor de links patrocinados. Além de mais eficiente, você verá sua empresa lucrar sem ter metade da dor de cabeça que teria se tentasse entrar sozinho nessa empreitada.

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Fábio Grinberg () Qui, 31 Mar 2011 09:00:00 -0300 http://imasters.com.br/artigo/20254/metricas/fuja-das-fraudes-nas-campanhas-de-links-patrocinados
<![CDATA[ Até onde valem as ações por e-mail marketing?]]> http://imasters.com.br/artigo/19887/email-marketing/ate-onde-valem-as-acoes-por-e-mail-marketing Entramos no ano de 2011 com a certeza de que a área tecnológica vai dominar ainda mais as ações no mercado e a batalha pela preferência do cliente e pelo consumidor. Porém, um assunto que para muitos é um tanto ultrapassado volta à tona quando percebemos o quanto ele ainda se faz presente no nosso dia a dia: o marketing via e-mail.

De acordo com os dados levantados pela empresa Royal Pingdom, especializada em monitorar o tráfego na internet, no ano passado circularam no mundo mais de 107 trilhões de mensagens via e-mail. O espantoso é que 89% desse total, ou 95,3 trilhões de e-mails, eram indesejados. Ou seja, mais contribuíram para arranhar a imagem da empresa/serviço do que para o aumento de lucro ou de faturamento. 

Na outra ponta da corda, no entanto, estão incontáveis empresas que ainda apostam nesse tipo de propaganda como a melhor forma de se comunicar com o seu público ou cliente. Esse número é crescente, e profissionais da área garantem que o e-mail marketing ainda é um dos serviços mais solicitados às agências de publicidade.

O principal problema, porém, é de que forma o cliente pode ser abordado pela chamada mala-direta, já que a cada dia que passa, mais empresas utilizam-se desse artifício.

Coloque-se no lugar do seu cliente ou usuário: como você se sentiria (ou se sente, provavelmente, todos os dias) ao ver dezenas e centenas de e-mails na sua caixa de mensagens, sendo a grande maioria deles com informações inúteis para você, com apenas propaganda mal direcionada?

Esse é um dos maiores erros cometidos pelas empresas que decidem usar e-mail marketing. Simplesmente enviar propaganda, para uma base qualquer de usuários, sem nenhum foco - e, tantas vezes, sem o consentimento do usuário -, é não só ineficaz, mas também ruim para a sua imagem.

Por isso, é extremamente necessário que as ações de e-mail marketing sejam bem embasadas e estruturadas, assim como toda a campanha de marketing digital na qual essa ação está inserida. Um projeto perdido representa prejuízo financeiro e para a imagem da sua empresa. Um e-mail enviado a milhares de pessoas pode valer menos que uma mensagem individualizada a quem você quer realmente alcançar.

Prova disso são os sites de emprego, como Catho e Vagas. Eles deixaram de enviar e-mails às pessoas cadastradas com o título “1.450 empregos em São Paulo” e passaram a utilizar “Fábio (o nome do usuário), temos 15 vagas abertas com seu perfil, na sua região”.

Agora me responda: se esses dois e-mails caírem na sua caixa postal, qual deles você abrirá primeiro? O genérico, que não é direcionado a você e que não te interessa, ou o personalizado/individualizado, que poupa tempo, principalmente no processo de busca à informação?

Observe bem como você está projetando suas campanhas e onde elas podem correr o risco de estarem falhas. Com isso, sua empresa passa a focar e a direcionar para alvos corretos e rentáveis na capacitação de clientes.

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Fábio Grinberg () Qua, 23 Feb 2011 09:00:00 -0300 http://imasters.com.br/artigo/19887/email-marketing/ate-onde-valem-as-acoes-por-e-mail-marketing
<![CDATA[ 2011: O ano da visibilidade]]> http://imasters.com.br/artigo/19261/tendencias/2011-o-ano-da-visibilidade O crescimento das mídias sociais e da mobilidade da tecnologia em 2010 promete transformar 2011 no ano da visibilidade. Os próximos 365 dias serão de intensa transformação e solidificação da Era da Comunicação dentro da internet.

Percebemos que os avanços digitais estão cada vez mais maduros e não são lançados mais como um simples experimento que passe a dar certo em pouco tempo. Hoje, métodos e recursos revolucionários surgem de pesquisas baseadas em estudos que já são realizados há anos.

Marketing digital

Deve atingir seu ápice econômico nos próximos meses, devido ao grande espaço que conquistou dentro do mundo online, principalmente nos últimos dois anos. E clientes não vão faltar. Somente o Brasil, por exemplo, fechou o primeiro semestre de 2010 contabilizando mais de 16 milhões de conexões de banda larga, um crescimento de 18,1% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O aumento de computadores em residências e as novas opções de pacotes de banda larga são os principais responsáveis por esses números. Lembrando, ainda, da guerra entre as operadoras de banda larga e telefonia GVT e NET, que deve ser intensamente travada na região sudeste. Uma promete lançar seu próprio serviço de TV ainda no primeiro semestre de 2011. A outra promete transformar sua programação de TV totalmente digital.

Estes são fatos pontuais que, somados, abrem ainda mais as portas para os investimentos em marketing digital. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo IDC, por exemplo, 2011 será marcado pela explosão da mobilidade tecnológica. Tendo como previsão a venda de 42 milhões de tablets e 330 milhões de smartphones, por todo o mundo.

E no Brasil, já existem empresas que prometem lançar jornais virtuais, que serão visualizados apenas em tablets, como o iPad. E esta é apenas uma revolução dentro de várias supernovas que estão prontas para aparecer!

Clouds e as redes sociais

Alavancaram as vendas de empresas, que cada vez mais percebem que a internet é uma verdadeira mina de ouro mercadológica.

O Facebook em plena expansão no país, somará ao Orkut intensas disputas publicitárias que até então são pouco exploradas. O próprio Bing, que já tem milhões de usuários, ainda engatinha como sistema de buscador e aceitação, se comparado ao gigante Google.

Aliás, um gigante que nunca dorme. O Google tem anunciado vários estudos e novos projetos de prestação de serviço aos seus usuários. A empresa é a melhor porque faz o básico. Pela tela fria da internet, traz o cliente o mais próximo possível Seja através da interatividade ou de projetos sociais, como ajudar ONGs pelo mundo através do lucro em cliques que usuários dão em suas páginas.

E são esses cliques, que valem milhões de links patrocinados, que ditarão o rumo do marketing digital em 2011. A empresa que melhor souber vender sua imagem é a que largará na frente.

Para consolidar a marca, passou a ser fundamental ter ligação com mídias sociais, principalmente Facebook e Twitter, além, óbvio, da maneira com que você quer que os outros olhem para a sua empresa. O próprio Google Alerta que com o uso frequente, os internautas pensam sobre seu empreendimento, o que abre as portas para que você estreite o laço com seu público e torne seu produto mais atraente e visível.

O próximo ano será de execução e não de desenvolvimento. Por isso, é fundamental que sua empresa esteja preparada para o Mercado do Futuro, ou melhor, para o Mercado do Presente.

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Fábio Grinberg () Qua, 22 Dec 2010 09:00:00 -0200 http://imasters.com.br/artigo/19261/tendencias/2011-o-ano-da-visibilidade
<![CDATA[ Links patrocinados: a revolução da mídia]]> http://imasters.com.br/artigo/18714/midia-e-marketing-digital/links-patrocinados-a-revolucao-da-midia Mais uma daquelas histórias onde um simples ato, casado com o marketing digital, que revolucionou a forma de como se fazer propaganda na internet. Até 1998, ninguém imaginava que seria possível ganhar dinheiro com o sistema de resultados de um buscador ou, ainda, com sites empresariais e meios de comunicação online.

Foi neste ano que o empresário Bill Gross, através da empresa GoTo.com criou o "Link Patrocinado", que é hoje uma das formas de propaganda mais utilizadas para chamar a atenção do consumidor internauta. Porém, foi em 2001, após a empresa ser batizada de Overture, que o Google comprou, pela bagatela de $ 540 milhões, o direito para poder utilizar os recursos da ferramenta.

Achou bastante dinheiro? Pois em 2002 o site "Cadê?" (empresa do Yahoo!) começou a vender links patrocinados. Nesta época comecei anunciar imãs de geladeira e cardápios magnéticos na internet. Em 2004, a Overture acabou sendo comprada pelo próprio Yahoo! por aproximadamente $ 2,8 bilhões. Três anos depois, os investimentos em links patrocinados nos Estados Unidos já ultrapassavam a barreira dos $ 7,48 bilhões.

A principal vantagem de uma empresa que utiliza o link patrocinado como divulgação é o seu posicionamento na página de resultados dos buscadores. Isso porque a enorme maioria dos internautas clica nos links que encontra na primeira página do Google e dos outros buscadores. Outra estratégia para a empresa é a possibilidade de escolher as palavras-chave de busca, decidir o quanto vai gastar por campanha, se pagará pelos cliques, escolhe em quais sites quer anunciar e vê sua campanha de marketing digital ganhar o triplo de velocidade, caso não utilizasse esse recurso.

Como resultado, a empresa ganha dinheiro com o site de uma forma geral e a cada clique feito por um consumidor. E como posso ter certeza disso? Basta ver uma pesquisa divulgada pela Forrester Research, onde 81% dos consumidores na internet encontram produtos usando sites de busca.

São vários os cases de sucessos de campanhas com links patrocinados. Em minha empresa já tivemos vários e todos eles mostram que uma boa colocação entre os primeiros resultados do Google aumenta de forma absurda o número de visitas no site de uma empresa. A otimização do site também é outro fator que contribiu para alavancar as vendas online e aumentar os números das campanhas de marketing digital.

O link patrocinado trabalha duplamente para efeitos imediatos de campanhas baseadas no marketing digital. Ele traz resultados no site, como também fora da internet. Com uma boa campanha, feita por especialistas da área, a empresa pode chegar ao topo dos sites de busca não só através do link pago, mas também pela busca orgânica. Nesta modalidade, de uma forma espontânea e em decorrência do bom desempenho através do link patrocinado, a empresa passa a estar entre as primeiras do chamado topo do Google.

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Fábio Grinberg () Qua, 27 Oct 2010 09:00:00 -0200 http://imasters.com.br/artigo/18714/midia-e-marketing-digital/links-patrocinados-a-revolucao-da-midia
<![CDATA[ Internet: a mina de ouro do varejo]]> http://imasters.com.br/artigo/18390/e-commerce/internet-a-mina-de-ouro-do-varejo Calcula-se que o Brasil fechará o ano de 2010 com 30 milhões de compradores online. Os expressivos dados, divulgados pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, mostram o fortalecimento do e-commerce, que ganha cada vez mais o espaço das chamadas "lojas físicas".

No início dessa história de mercado, o consumidor olhava para as compras online com certa temeridade e desconfiança. Será que o produto que estou comprando pela internet vai chegar mesmo? Será que este site é confiável o bastante para eu digitar meus dados pessoais e, inclusive, o número do meu cartão de crédito?

A verdade é que todas essas dúvidas e medos foram dissipados nos últimos anos. O varejo virtual foi ganhando espaço e a preferência entre os internautas à medida que, com menos receio, eles resolveram arriscar e comprar um ou outro produto.

Hoje, a média brasileira é de R$ 379 por compra efetuada, com faturamento de R$ 6,7 bilhões. Um salto gigantesco, mas que está apenas abrindo as portas para o consumo realmente efetivo. Atualmente, as compras virtuais representam 2% do mercado, contra 98% das lojas físicas. O índice, que parece ser pequeno, mas não é, deve chegar em pouco tempo ao patamar de 5%, como hoje é nos Estados Unidos.

O e-commerce ganhou tanto espaço que as principais redes de lojas de varejo modificaram totalmente seus sites para atrair o cliente e ganhar, assim, mais essa fatia de mercado. É justamente nesse ponto em que o marketing digital se tornou estritamente necessário.

Hoje, a loja que realmente quer alavancar a sua venda online precisa estruturar seu site para aumentar o fluxo de visitantes, melhorar o layout e a navegabilidade. Trazer a simpatia e o conforto ao seu consumidor. Isso sem contar com as campanhas nas chamadas "mídias sociais", onde se enquadram Orkut, Facebook, Twitter, entre outras, que também são fundamentais para o sucesso de qualquer iniciativa publicitária.

O fundamental é atrair o cliente facilitando ao máximo a busca virtual. Apresentá-lo a seus produtos desejados no menor tempo possível. Para isso, é necessária uma criação de estrutura dentro do site e uma campanha de marketing muito bem feita, colocando o nome da empresa entre os primeiros resultados do Google.

Hoje, o consumidor procura pelo serviço online que o faça ficar em casa, evitando ter que entrar no carro, achar um lugar para estacionar no shopping ou em uma loja do centro da cidade, enfrentar filas e voltar para casa perdendo tempo com o trânsito. Ufa!

Achando o que procura pela internet, o consumidor efetua a primeira compra e, se tiver seus anseios atendidos e for satisfeito na transação, passa a ser fiel àquela empresa virtual. Isso fará com que a loja ganhe em credibilidade e passe a ser visitada de uma forma constante, mantendo a sua posição de privilégio entre os primeiros do Google e, principalmente, gerando um faturamento ainda maior.

Em uma busca rápida, você entenderá o que estou dizendo. Hoje, por exemplo, já existem até mesmo verdadeiros shoppings virtuais, onde a pessoa tem praticamente todos os produtos de um shopping físico à disposição pela internet.

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Fábio Grinberg () Seg, 11 Oct 2010 10:00:00 -0300 http://imasters.com.br/artigo/18390/e-commerce/internet-a-mina-de-ouro-do-varejo
<![CDATA[ O novo mercado para o marketing digital]]> http://imasters.com.br/artigo/18244/midia-e-marketing-digital/o-novo-mercado-para-o-marketing-digital O Brasil possui hoje 67 milhões de pessoas com acesso ao mundo digital. Segundo o levantamento do IBGE, mais de 16 milhões de residências possuem acesso à internet. Um aumento de 113% em relação à pesquisa feita no ano de 2005.

Os dados mostram a impressionante velocidade com que o mercado e o marketing digital cresceram nos últimos anos. Há alguns anos, não era possível imaginar que o acesso à internet via celular ou Smartphone alcançaria ou ultrapassaria os PCs. Com essa revolução, passou a ser de fundamental necessidade a existência de profissionais especializados na área, com também a criação das Agências Digitais. Criou-se um novo modelo de agência de publicidade que antes não existia.

Segundo os principais profissionais da área, assim como na construção civil, por exemplo, existem inúmeras vagas em aberto para trabalhar com marketing digital. Porém, não há mão-de-obra qualificada em abundância. Os altos salários (entre R$ 2 mil e R$ 17 mil) esbarram na falta de uma formação acadêmica ou de uma experiência real de mercado.

O mais interessante é que, até dois anos atrás, o mercado digital ainda encontrava-se, de certa forma, estagnado. Porém, com a expansão impressionante das redes sociais, tornou-se indispensável qualquer empresa ter uma relação aberta com seu cliente, através da internet.

E não basta ter um site básico, com informações da empresa, responsabilidades e endereços. Hoje, qualquer pessoa quer ter acesso a todos os serviços ao que procura. O internauta hoje é o principal consumidor de uma rede, por isso, ela precisa estar pronta para servi-lo. Inclusive, com vendas e entrega online.

Outro levantamento comprova que aproximadamente 90% dos compradores de imóveis, em todo o país, vão primeiro à internet para achar o que desejam. Posso mencionar o case de um cliente meu que, com um médio investimento, a palavra imobiliária em Sorocaba já registra 70% de seus clientes que antes passam pela internet para depois procurar pela imobiliária física, atrás de um aluguel ou venda de imóveis.

Ou seja, uma imobiliária física que tenha em mente um aumento de vendas, precisa, obrigatoriamente, ter um profissional de marketing digital por trás de um site bem funcional e eficaz. Quem entra em um site de imóveis quer ter à disposição uma busca rápida do que procura. Se o consumidor não acha o que quer logo que entra no site, o tempo médio de visita cai em cerca de 80%.

A maior prova de que as empresas estão investindo em agência digital é o crescimento registrado pelos dados do Ibope 2009. De acordo com a pesquisa, os investimentos na área de marketing digital cresceram 25% e devem fechar 2010 ultrapassando a barreira dos 30%.

No Brasil, essa formação em marketing digital ainda deixa a desejar, ficando por conta de empreendedores profissionais e especializados conduzirem o ritmo de desenvolvimento no mercado. Graças a essas pessoas, o marketing digital nacional já dá amplos passos a um futuro promissor. Com essa falta de profissionais qualificados, as agências digitais optam pelo chamado treinamento incompany, que leva mais tempo, mas garante a excelência no atendimento.

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Fábio Grinberg () Qua, 15 Sep 2010 09:00:00 -0300 http://imasters.com.br/artigo/18244/midia-e-marketing-digital/o-novo-mercado-para-o-marketing-digital
<![CDATA[ A internet como marketing na TV]]> http://imasters.com.br/artigo/17877/tv-digital/a-internet-como-marketing-na-tv A Era Digital chegou definitivamente ao mercado de televisões. A partir dos próximos meses, veremos brigas ferrenhas pela preferência do consumidor, graças às operadoras que, cada vez mais, tentam fazer da tela da TV a tela de um computador, com todas as possibilidades de navegação que a internet traz.

A Telefônica, por exemplo, apresentou durante a ABTA 2010, a maior feira de TV por assinatura da América Latina, o OnVideo. Com ele, o usuário pode acessar um catálogo online de filmes e alugá-los. Locando um dos títulos por R$ 3,90, o usuário tem entre 24h e 48h para assisti-los. Além disso, também há a possibilidade de compra, em que o filme fica armazenado no hard disk interno.

A grande sacada, porém, já aparece de pano de fundo. Uma das características do OnVideo é a possibilidade de o usuário visualizar na TV todo o conteúdo multimídia pessoal e acessar um portal, com informações atualizadas minuto a minuto, trazendo notícias, clima, esporte e até horóscopo. O novo serviço estará disponível para a dobradinha entre a Telefônica e TVA.

Uma outra operadora que se apressou em desenvolver sua tecnologia foi a Net, que está às vésperas de enfrentar uma batalha desenfreada com sua nova concorrente dentro do estado de São Paulo: a GVT. A Net passa a oferecer canais digitais, fazendo com que toda a programação de sua grade esteja disponível ao clique de um único controle. A promessa é de gravações programadas em hard disk e total interatividade com os programas digitais exibidos. Outra novidade é a velocidade de internet, que deixa os Kbps para os museus e expande-se para o mínimo de 1 mega!

A GVT corre por fora e assusta ao dar entrada no Estado de São Paulo. Com um apelo forte ao marketing e à tecnologia digital, a empresa começa a operar em Sorocaba e Jundiaí oferecendo preços de banda larga bem abaixo do praticado no mercado. Ao mesmo tempo em que atua online, a GVT ainda oferece serviços em telefonia e, pra fechar o tripé de serviços, a operadora lançará até o fim do primeiro semestre de 2011, a sua própria programação de TV Digital, também a baixo custo. As suspeitas foram confirmadas quando a diretoria da empresa encerrou os contratos e parcerias que tinha com a Sky.

Quem ganha com a briga tecnológica são os consumidores que, antes, estavam fadados a algum tipo de monopólio ou limitação de serviços. A tendência é que as empresas pratiquem preços mais baixos ou ofereçam mais vantagens e aproveitem-se dos contratos de fidelidade para permanecerem vivas no mercado.

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Fábio Grinberg () Qui, 19 Aug 2010 09:00:00 -0300 http://imasters.com.br/artigo/17877/tv-digital/a-internet-como-marketing-na-tv
<![CDATA[ Como viver sem o Google?]]> http://imasters.com.br/artigo/17628/tendencias/como-viver-sem-o-google Quero chamar sua atenção para uma constatação alarmante: será possível viver sem o Google? E como seria nossa vida sem o maior buscador da internet?

Como SEO em marketing digital, preciso respirar internet, o que faz minhas experiências e minha rotina serem tomadas e invadidas por acessórios que acabam tornando-se fundamentais ao meu dia-a-dia.

Outro dia acordei - ou melhor, fui acordado - às 4 horas da manhã pelos meus blackberries através do Google Alerta. Além de despertador, o programa serve como uma ferramenta que me avisa de todas as últimas notícias lançadas na internet em assuntos já pré-selecionados por mim.

Ao mesmo tempo em que lia as últimas notícias, comecei a preparar meus compromissos da semana através do Google Agenda, um programa fundamental para mim, já que todos da minha empresa adicionam e excluem qualquer visita minha ou deles (secretária, programadores e vendedores).

Pouco depois, chequei os locais de minhas consultorias da semana através do Google Maps, assim como o roteiro que o buscador já me deixa à disposição. Abri então a planilha de meus representantes pelo Google Docs, através, é claro, do Google Chrome. Ele, por sinal, é muito mais veloz que qualquer outro navegador pago.

Às 6 horas entrei em meu Gmail para entrar na minha Central de Clientes, checando o desempenho de todas as consultorias de Links Patrocinados. Voltei ao Google para conferir o posicionamento, ou SEO, de um novo cliente.

E a influência do Google vai além dos negócios, vejam os relacionamentos. Quem nunca fez uma busca no Google logo depois de ter conhecido alguém interessante, para procurar informações sobre o novo (ou nova) pretendente? Eu mesmo, quando comecei o relacionamento com minha atual namorada, falei com ela para me procurar no Google... imagine o tanto de perguntas daquele "questionário inicial" foram respondidas ali.

Brincadeiras à parte, o Google hoje faz parte do cotidiano de todos que acessam a internet. É uma consulta praticamente diária, obrigatória e, por muitas das vezes, muito confiável.

E você? O quanto é dependente do Google?

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Fábio Grinberg () Qui, 22 Jul 2010 09:30:00 -0300 http://imasters.com.br/artigo/17628/tendencias/como-viver-sem-o-google