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Podemos dizer que existe na sociedade tradicionalmente a abordagem das conjunturas econômica, social e política. São variantes que mudam com os ventos das forças humanas em conflito e, a partir delas, definimos ações para o futuro. A Internet trouxe para o mundo a necessidade de criarmos uma nova conjuntura: a cognitiva.
Estamos falando de megatendências. O problema da ecologia, o crescimento da China e a passagem de organizações em redes mais hierárquicas para menos hierárquicas estão nessa direção. Tratamos aqui de ajudar as organizações nessa passagem das redes. A grande característica das redes digitais é a procura de ambientes mais dinâmicos para operar.
Acredito que a teoria das redes e a gestão das redes, hoje, podem ser muito mais poderosas do que o modelo que temos antes compartimentado entre várias teorias que não se falam muito e acabam formando uma república teórica para modelar a gestão.
Há um vício do mercado que acha que estamos entrando em um mundo novo. E esse mundo é o digital. Porém, o digital é a porta para o mundo novo que cria outra dinâmica de troca humana. Precisamos entender e lidar com o mundo que fica DEPOIS do portão digital.
A implantação de projetos de redes sociais digitais nas corporações provoca uma mudança de uma cultura analógica centralizada para uma digital colaborativa e inovadora. Assim, eles vão tentar introduzir uma nova forma de resolver velhos problemas, melhorando a qualidade da gestão do conhecimento, da inovação, da informação, da comunicação e dos processos.
Para compreender melhor os efeitos que uma revolução cognitiva poderá ter nos negócios nos dois setores principais, que vou defender como hipótese: organizações que vendem ideias e as que vendem matérias. Isso é necessário, o que é importante é como as mercadorias que essas empresas vendem circulam no mercado.
Há claramente uma confusão sobre os conceitos de compartilhamento e colaboração nas empresas, o que nos induz a tomar determinadas decisões menos eficazes ao implantar redes sociais digitais corporativas. Veja aqui um detalhamento disso.
Entre eles estão: encarar a migração para as redes sociais digitais como futuro inevitável e passar a ver a própria organização como uma grande rede social com problemas de eficiência para inovar e se reinventar diante da velocidade e complexidade de mudanças do novo século
Temos que descer do nosso alto altar arrogante da gestão organizacional e ter a humildade de reconhecer que agora é hora de aprender uma nova cultura com os mais jovens que tiveram meios, graças à revolução cognitiva, para inovar criar novas alternativas de solução de problemas.
Cientificamente falando, é preciso criar parâmetros mais claros para realizar as medições necessárias para caracterizar uma revolução cognitiva. É preciso alinhar conceitos e fatos para formar uma teoria que nos ajude a diagnosticar melhor o fenômeno.
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