Artigos publicados
Existem muitas falhas de comunicação na relação entre desenvolvedores, designers e gerentes de projeto. Acredito que se manter em perspectiva e procurar sempre visualizar o cenário como um todo é uma boa forma de realmente entender o meio em que estamos inseridos e as pessoas que o formam.
Vamos analisar alguns contextos e refletir sobre as práticas que podem ou não ser utilizadas em cada um. Lembre-se: isso é um exercício de reflexão e não regra.
A competência de um profissional é formada com o tempo, não existem atalhos. Todo profissional deve decidir como aplicar o seu tempo hoje para colher louros no futuro.
Saiba como produzir, gerenciar e publicar conteúdo através de uma biblioteca com aplicação RSS.NET. É um formato open source de leitura de feeds simples mas muito poderosa e de fácil utilização.
Em um cenário em que a entrega de software funcionando é o maior objetivo, o código se torna o bem mais precioso do projeto. O código é capaz de provar teorias, mostrar a experiência de um profissional, documentar uma regra e ainda trazer propostas de melhoria para o ambiente no qual será inserido.
Muitas práticas do ramo de entretenimento se mostraram eficientes no ramo de desenvolvimento.
Vamos construir uma demonstração da substituição do Entity Framework 4 pelo NHibernate, procedimento possível graças à junção de várias técnicas já conhecidas. Os conceitos aqui apresentados podem ser aplicados em vários aspectos de um projeto, não só na camada de persistência.
Apesar de as coisas não terem muito a ver uma com a outra, comecei a traçar uma linha entre Counter-Strike e Desenvolvimento de Software, uma espécie de boas práticas comuns para ambos. Pensei muito antes de escrever esse artigo, depois desencanei e vi que o máximo que pode acontecer é que essas dicas ajudem a vocês a desenvolver melhor - ou a jogar melhor!
Este artigo representa minha opinião sobre uma coisa que acredito ser um dos principais problemas do nosso mercado: a dependência de tecnologias. Não quero definir a forma certa ou errada de desenvolver software (e nem poderia), mas através da apresentação de algumas ideias, espero causar algumas reflexões sobre esse tema.
No meu primeiro artigo sobre Design By Contract, recebi questionamentos interessantes sobre os prós e contras dessa abordagem, comparando-a com a forma tradicional de validações com if…throw. Logo, o objetivo deste texto será evidenciar as diferenças entre essas duas abordagens.










