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Eu já ouvi várias histórias de como muitas pessoas começaram a programar. Eu comecei muito antes de pensar em fazer computação. E conheço várias outras pessoas de idade parecida com a minha (vinte e poucos anos), que tiveram o seu primeiro contato com a programação da mesma forma que eu. Veja como tudo começou para mim.
Sites como o Facebook e o Orkut usam um efeito muito interessante de carregamento de conteúdo de acordo com a posição da barra de rolagem. O efeito não é complicado de fazer, e é muito útil, pois o servidor não precisará carregar todos os dados de uma só vez. Para fazer isso, utilizaremos o JQuery.
Com o dot.js nós podemos modificar experiências ruins na web utilizando Javascript para alterar qualquer site carregado no navegador.
A possibilidade de se conectar a todo mundo é sensacional e útil, mas não precisamos desse nível de sociabilidade o tempo todo.
Os smartphones agora fazem também o mesmo papel dos nossos cinco sentidos. Através dos registros com a câmera fotográfica, GPS, microfone e aplicativos variados, as máquinas conseguem transmitir as percepções sensoriais e individuais de cada usuário. Quando será que conseguiremos sentir completamente o mundo através das máquinas?
Fazem parte da geração C as pessoas extremamente conectadas à rede. Elas tentam extrair o máximo do poder da internet, tanto consumindo quanto produzindo conteúdo.
Veja uma maneira simples de testar view com requisição AJAX em Django.
Depois de falar sobre “O problema da viseira” e de levar a discussão um pouco mais adiante com o artigo “Plugando a mente”, eu não poderia deixar de falar no próximo passo da imersão no mundo do conhecimento. A sua conexão acontece nos dois sentidos. Eu falei apenas em ler, está na hora de escrever, de gravar, de deixar sua contribuição na rede.
Depois de arrancar o que o impedia de enxergar além do que colocam exatamente a sua frente, o próximo passo é se conectar para enxergar além do alcance da própria visão. É hora de plugar sua mente na rede.
Colocam-se viseiras nos cavalos para que os animais não se distraiam ou se assustem enquanto realizam alguma tarefa. Muitos estudantes parecem que também usam viseiras assim, que os impede de 'olhar para o lado' e descobrir as oportunidades.











